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Queda da Selic não prejudica mercado imobiliário.

Desaceleração na queda da Selic não deve atrapalhar mercado imobiliário

Nos últimos anos, o mercado imobiliário brasileiro tem enfrentado diversas adversidades econômicas, como a recessão e a alta dos juros. No entanto, uma notícia recente pode trazer algum alívio para o setor: a desaceleração na queda da Selic, a taxa básica de juros da economia.

A Selic tem um impacto direto no mercado imobiliário, pois influencia o custo do financiamento e a disponibilidade de crédito para a compra de imóveis. Com a redução da taxa de juros, os financiamentos se tornam mais acessíveis e a demanda por imóveis tende a aumentar.

No entanto, nos últimos meses, o Banco Central tem adotado uma postura mais cautelosa em relação à queda da Selic, devido ao crescimento da inflação. Isso significa que a redução da taxa de juros está ocorrendo em um ritmo mais lento do que o esperado, o que pode gerar preocupações no mercado imobiliário.

Apesar disso, especialistas afirmam que essa desaceleração na queda da Selic não deve atrapalhar o mercado imobiliário. Isso porque, mesmo com uma redução mais moderada da taxa de juros, ela ainda permanece em patamares historicamente baixos. Isso significa que o custo do financiamento continuará baixo e o acesso ao crédito para a compra de imóveis permanecerá facilitado.

Além disso, a desaceleração na queda da Selic está sendo motivada por um motivo positivo: o controle da inflação. Uma queda mais lenta da taxa de juros indica que o Banco Central está tomando medidas para evitar uma aceleração inflacionária, o que é benéfico para toda a economia, inclusive para o mercado imobiliário.

Outro aspecto a ser considerado é que o mercado imobiliário brasileiro já vinha passando por um processo de recuperação antes da pandemia de Covid-19. Essa recuperação foi impulsionada por medidas como a redução dos juros, a melhora nas condições de financiamento e a retomada da confiança dos consumidores.

Mesmo com os impactos econômicos da pandemia, o setor imobiliário mostrou uma resiliência surpreendente e continuou a atrair investimentos. Isso se deve, em parte, ao fato de que as pessoas passaram a valorizar ainda mais a importância de ter um lar adequado durante o período de isolamento social.

Além disso, o mercado imobiliário se adaptou rapidamente às novas demandas dos consumidores, com a oferta de imóveis mais espaçosos, áreas de lazer e locais de trabalho remotos. Essas novas tendências devem continuar impulsionando o setor mesmo diante da desaceleração na queda da Selic.

Nesse sentido, é importante destacar que o mercado imobiliário é um dos setores mais seguros para investimento no Brasil, especialmente em momentos de incerteza econômica. Os imóveis têm uma alta resistência a crises e seu valor tende a se valorizar ao longo do tempo.

Portanto, mesmo com a desaceleração na queda da Selic, é provável que o mercado imobiliário continue atraindo investidores e compradores. A disponibilidade de crédito em condições favoráveis, aliada à valorização dos imóveis a longo prazo, são fatores que garantem a atratividade desse mercado.

Em resumo, a desaceleração na queda da Selic não deve atrapalhar o mercado imobiliário brasileiro. A taxa de juros continua baixa e o acesso ao crédito para a compra de imóveis permanece facilitado. Além disso, o setor imobiliário já vinha em recuperação antes da pandemia e mostrou resiliência diante dos desafios econômicos. Portanto, o mercado imobiliário continua sendo uma opção segura e atrativa para investidores e compradores.

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